
Cigarras
Vitor visita o pai na prisão. A medida que uma conversa tensa se desenrola, feridas ocultas, culpa e ressentimento começam a vir à tona, revelando um vínculo moldado pela ausência e por lembranças mal resolvidas. Com a presença da mãe pairando como uma interrogação, Vitor é arrastado para uma realidade em que passado e presente começam a se confundir. Tal como cigarras que retornam à superfície após anos sob a terra, pai e filho veem-se presos em um ciclo de silêncio, memória e dor que se recusa a permanecer enterrado.












